
São Paulo – Às vezes, um nome pode ser determinante para que sua empresa seja um sucesso. Para André Urdan, professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), é como escolher o nome de seus filhos: é preciso dedicação e tempo.
A consequência de um nome mal escolhido pode render dores de cabeça se você não verificar se sua marca está de acordo com especificações da Junta Comercial, por exemplo. Ao se arrepender da escolha, é preciso dinheiro e tempo para promover outro nome. Confira abaixo, oito erros que empreendedores cometem ao nomear sua empresa.
1. Não se planejar
“É preciso tomar o tempo necessário para escolher o nome. Toda a reputação vai estar em volta do nome e da marca escolhida”, afirma Giancarlo Greco, professor de marketing do Insper. Ele ainda recomenda que, se tiver condições, o ideal é buscar ajuda de um profissional que possa auxiliar no ponto de vista da criatividade e levantar as marcas existentes no mercado.
De acordo com o Frederico Mafra, professor de marketing estratégico do Ibmec-MG, para facilitar, o empreendedor pode pensar também no posicionamento que a empresa quer ter no mercado. “Um erro é ignorar que o nome da marca é um identificador fundamental que merece estudo e reflexão. É o que vai chegar aos consumidores, fornecedores e a vários públicos, não pode ser somente uma preferência pessoal do empreendedor”, afirma Urdan.
2. Escolher nomes longos
“O nome tem que ser fácil de gravar como Nike, Twitter e Apple”, diz Mafra. Para ele, nomes longos e difíceis de serem escritos podem ser inconvenientes durante uma reunião de negócios, por exemplo, em que os prováveis fornecedores ficam com medo de pronunciar o nome de maneira incorreta.
3. Ter nome muito parecido com o do concorrente
Para Greco, o nome é que ajudará sua empresa a se destacar no mercado, por isso, um nome muito similar ao do concorrente pode ser uma estratégia de querer se aproximar do líder, mas não é vantajoso. “Você acaba confundindo os clientes”, explica.
Urdan alerta que o empreendedor pode se atrapalhar judicialmente se outra empresa se sentir imitada. “Ele está aproveitando da confusão das marcas e pegando “carona” nas vendas. Mas sua empresa não se sobressai”, diz.
“Às vezes funciona, o problema é que em médio prazo você será visto como uma cópia e uma empresa sem identidade própria”, alerta Mafra.
4. Recorrer a palavras muito genéricas ou específicas
Urdan explica que nomes muito óbvios, que sintetizam o serviço ou produto da empresa, podem ser uma saída fácil inicialmente. Afinal, esta estratégia ajuda a definir melhor o que a empresa faz através do nome. Escolher palavras muito genéricas ou muito específicas e regionais pode ser um erro, já que sua empresa fica sem uma marca bem definida.
Para Mafra, nomes regionais podem limitar o crescimento da marca, já que um termo típico do Nordeste pode não fazer sentido no Sul do país.
5. Associar ao próprio nome
“Isso é uma faca de dois gumes, quando você associa seu nome à empresa, fica para sempre. E, se amanhã o empreendedor abrir outro negócio, corre o risco de ser associado ao anterior”, afirma Mafra.
Ele explica que a exceção existe para alguns nichos como escritórios de advocacia, que aproveitam o nome já reconhecido no mercado.
6. Recorrer a palavras de outros idiomas
Neste caso, o erro não é usar termos em inglês ou de outras línguas estrangeiras, e sim, não se preocupar com o sentido da palavra e se será de fácil entendimento e pronúncia do público. “Se as palavras já foram incorporadas no nosso vocabulário, não tem problema. Mas se a recepcionista de sua empresa tem problema em pronunciar o nome, é preciso cuidado”, afirma Greco.
7. Ignorar a sonoridade
“Há propriedades fonéticas que são bem apropriadas para determinados segmentos”, afirma Urdan. Por isso, antes de nomear sua empresa, ele recomenda que empreendedores pesquisem sobre quais vogais e consoantes são recomendadas para determinados mercados. Para Greco, um nome com sonoridade ruim não associa simpatia aos clientes e fornecedores.
8. Abusar de siglas
Para os professores, as siglas podem ser mais fáceis, mas é importante que signifiquem algo. “De alguma forma, você tem que saber qual o serviço ou produto que esta sigla traduz”, explica Greco.
Fonte: Exame
Por Silvio Tanabe
O tema para este artigo surgiu de uma matéria recente que vi na imprensa sobre a “moleza” de se ter uma loja na internet. Com eloquência, a autora destacava as inúmeras vantagens do comércio eletrônico, como as diversas soluções de lojas prontas e várias opções de layouts e cores, tudo a um custo muito baixo ou até mesmo de graça. “Basta contratar o serviço, colocar os produtos à venda e começar a ganhar dinheiro”, comentava a ingênua repórter. “E tem mais: com acesso à internet, você pode administrar sua loja em qualquer lugar, inclusive sentado em uma rede na praia!”.
Fiquei imaginando quantos empresários e empreendedores desavisados podem ter se inspirado na matéria, preparando-se para investir em um e-commerce e sonhando com o dia em que controlarão seus negócios à sombra de um coqueiro.
A história me lembrou outro modismo empresarial ocorrido há alguns anos aqui em São Paulo. Também fortemente influenciadas por reportagens fantasiosas na imprensa, as pessoas largaram o emprego e foram realizar o sonho bucólico de se transformar em seu próprio patrão vivendo em um lugar paradisíaco. Muitos ganharam dinheiro com a onda (sobretudo construtoras, imobiliárias e o espertalhão que encheu a cidade de cartazes do seu curso “como montar e gerir uma pousada”), menos quem investiu no negócio em si.
(imagem: Thinkstock)
Hoje a bola da vez é o e-commerce, mas o contexto é semelhante. Há números impressionantes (como por exemplo a pesquisa da WorldPay mostrando que o internauta brasileiro gasta 27% da renda disponível na internet) e a todo momento a mídia promove empresários que ficaram ricos da noite para o dia com suas lojas virtuais, criando a ilusão de que “se ele está ganhando dinheiro no e-commerce eu também posso ganhar”.
A realidade, porém, não é tão simples assim. Uma pesquisa com resultados menos glamourosos (e por isso menos divulgados) da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e-Net) revela que três de cada dez lojas virtuais encerram suas atividades antes de completar dois anos de existência. A média é 25% maior que o índice de mortalidade das lojas físicas.
Um exemplo do significado desses números foi o fenômeno recente das compras coletivas. O crescimento fulminante no final de 2010 levou um grande número de empreendedores a criar seus próprios site do gênero. Sem planejamento ou estratégia, a grande maioria queria apenas aproveitar a onda.
Quando o modelo deixou de ser novidade e o mercado começou a se estabilizar, as empresas menos preparadas não resistiram. Tanto que, depois de dois anos, metade dos 1,6 mil sites de compras coletivas no país já estava inativa.
Todo negócio envolve dificuldades e o maior risco é não conhecê-las, deixando-se levar pelas condições favoráveis do momento. Se você tem convicção de que quer investir no e-commerce e não tem ilusões sobre os obstáculos e desafios a serem enfrentados no caminho, é preciso se preparar com um planejamento minucioso.
Comece estudando o mercado de atuação, não só o físico mas principalmente o de internet. Este é um dos “macetes” que empresários e empreendedores não levam em consideração. Fazem um mapeamento detalhado do segmento e do perfil do consumidor somente fora da internet esquecendo-se do essencial, que é saber como se comportam dentro da internet. Como o cliente em potencial usa a web para pesquisar os produtos que você vende? Quais sites costuma pesquisar? Como encontra a sua loja? O que o influencia na escolha?
Imagem: Thinkstock
Encontrar as respostas para estas questões será essencial para definir o próximo passo: o posicionamento da loja. Identificou que o cliente em potencial valoriza o atendimento? Então seu diferencial pode ser criar formas de tratamento diferenciado para os consumidores. Ele quer ter opções de escolha? Então o diferencial é diversidade e sortimento. Procura por produtos específicos? A solução é fazer uma loja especializada.
Se de um lado existem os fatores que diferenciam a loja, outros são obrigatórios para mantê-la viva no jogo. Não por acaso são denominados fatores-chave de sucesso (FCS). Os FCS variam de acordo com cada segmento, mas os essenciais são:
Plataforma da loja: Existem diversas opções, plataformas gratuitas, pagas, padronizadas, personalizadas e projetos específicos que variam de acordo com as necessidades e as condições de investimento de cada empresa. As características essenciais a serem avaliadas na escolha são a possibilidade de personalização do layout, destaque na apresentação dos produtos, segurança, facilidade de compra, diversidade de formas de pagamento, gerenciador com controle de estoques e possibilidade de integração com sistemas de gestão (ERP).
Logística: Um simples atraso na entrega de uma encomenda pode comprometer todo o trabalho e dedicação da sua loja. Por isso a escolha e monitoramento dos fornecedores dispensa comentários. Além da abrangência, é necessário acompanhar constantemente prazo, integridade e custo das entregas, assim como oferecer uma política de trocas.
Preço: a não ser que trabalhe em um nicho com produtos muito específicos ou exclusivos, o preço dos produtos tem grande influência na compra. A estratégia deve ser a de manter os valores sempre competitivos em relação à concorrência.
Identificados os FCS, é necessário também avaliar a formas de promover a loja, outro ponto bastante negligenciado. É um erro deixar a propaganda e publicidade em último lugar, depois que a loja está no ar. Ao contrário, elas devem fazer parte da concepção do projeto pois afinal não adianta ter uma loja bem montada, com produtos diferenciados e preços competitivos se o seu público-alvo sequer sabe que você existe.
Das diversas ações promocionais possíveis em marketing digital, três são fundamentais e de certa forma obrigatórias para qualquer e-commerce: otimização do site, publicidade em sites de busca (links patrocinados e redes de conteúdo) e e-mail marketing. Quem afirma não sou eu, mas as pesquisas realizadas para avaliar a sua eficácia no setor.
- O Google é a fonte preferida de 90% dos consumidores para pesquisar produtos na internet (pesquisa Raio-X do e-Commerce).
- 50% do faturamento do e-commerce tem origem nas buscas orgânicas do Google (pesquisa Raio-X do e-Commerce).
- 89% dos varejistas dos EUA considera o e-mail marketing a principal ferramenta de marketing tático (Dinamize).
A publicidade no Google aumenta as possibilidades do seu consumidor encontrar a loja na internet. Seu posicionamento e diferenciais vão incentivá-los a navegar pelo site e os fatores-chave de sucesso aumentam o potencial de conversão. Já as ações de e-mail marketing com ofertas e promoções mantém o relacionamento com os clientes e os incentivam voltar à loja. Quanto mais planejadas e conectadas estiverem estas ações, maiores são as possibilidades de avaliar os resultados e fazer as inevitáveis correções de rota, aumentando o potencial de acertos e reduzindo os riscos.
Fonte: Portal Administradores
1) Organize-se para ser o melhor. Use um checklist para planejar sua atitude, aparência, reunir informações sobre o cliente, informações sobre os produtos e o ambiente de vendas, de modo que você possa ser o mais profissional em suas vendas.
2) Perceba o que está funcionando. Analise a você mesmo, seus produtos (ou serviços) e sua empresa para conhecer melhor o que está funcionado no momento. Reforce as ações e ferramentas que estão trazendo bons resultados. Aprenda com seus sucessos bem como com seus fracassos.
3) Conheça sua vantagem competitiva. Estude sua empresa e seus produtos em relação ao que seus concorrentes oferecem. Saiba onde e como você se sobressai, e onde sua estratégia está precisando melhorar. Esteja preparado para falar sobre essas comparações a qualquer momento.
4) Melhore suas habilidades em vender, não apenas o conhecimento sobre seus produtos. Não confie apenas no seu conhecimento sobre um produto para tornar você mais persuasivo. Refine suas habilidades em analisar seus clientes, descrever sua oferta de maneiras cativantes e em fazer perguntas e fechar propostas na hora certa.
5) Direcione sua atenção para aqueles que são seus melhores clientes em potencial. Os melhores clientes possuem um padrão. A maior parte irá se encaixar em um mesmo perfil, então preferencialmente faça sua prospecção com esse tipo de pessoas. Procurar por pessoas com necessidades, circunstâncias e interesses similares faz com que você aumente suas chances de conquistar um novo cliente.
6) Saiba antecipadamente quais perguntas fazer sabendo quais respostas você espera obter.
Desenvolva uma estratégia de curiosidade. Aprenda a ser curioso sobre coisas que irão aumentar suas chances de realizar uma venda.
7) Analise quem está em seu mercado. Crie um perfil do mercado ideal no qual você realiza negócios. Defina com clareza quem são seus possíveis clientes, como eles podem ser alcançados, com o que eles se preocupam, o que eles temem, o que eles lêem, quem eles admiram e muitos outros detalhes. Conheça-os bem.
8) Compreenda as pessoas e suas situações. Desenvolva uma consciência das necessidades psicológicas de seus clientes bem como saiba quais são suas necessidades técnicas. Às vezes um estado emocional tem mais influência sobre a decisão de seu cliente em comprar, do que propriamente uma necessidade técnica.
9) Explore seu próprio quintal. Mais oportunidades de negócios existem ao seu redor do que você imagina. Procure entre seus amigos, vizinhos, clientes existentes, clientes do passado, colegas e concorrentes por oportunidades que outros menosprezam.
10) Peça recomendações e indicações. Conte às pessoas que você conhece como seu cliente ideal se parece. E pergunte quem elas conhecem que se encaixam nesse perfil. Então, peça para que elas o ajudem a entrar em contato com esses clientes em potencial: uma apresentação por telefone, uma carta de recomendação, um almoço, um encontro em algum café, etc.
11) Administre sua reputação como profissional de vendas. Determine hoje como você quer ser lembrado amanhã. Especifique a reputação que você quer dentro de cada grupo de que você faz parte, e então trabalhe em cima de um plano para construir sua imagem, detalhe por detalhe. Seu sucesso de amanhã depende exclusivamente do seu planejamento.
12) Faça a marca de sua empresa crescer. Faça você e sua empresa conhecidos em seu mercado. Escreva artigos, cartas para revistas, ofereça suporte especializado para repórteres e editores, realize pesquisas de opinião, forneça serviços gratuitos para pessoas importantes, doe seu tempo a causas úteis, coloque sua foto em seu cartão de visitas, compartilhe idéias úteis por e-mail. Crie uma imagem que você é uma autoridade naquilo que faz.
13) Construa bons relacionamentos. Não é somente quem você conhece que determina o valor de suas relações; é se aquelas pessoas que o conhecem o consideram como uma fonte de negócios valiosa. Defina quem você precisa conhecer hoje, na próxima semana e no mês que vem. Comece agora a cultivar os relacionamentos e a reputação que irão expandir suas possibilidades.
14) Aprenda a administrar pontos de vista. Metade de seu trabalho é manter você e outras pessoas dentro do mesmo estado de espírito. Cultive sua habilidade de se manter focado nas coisas mais importantes. Torne-se um conciliador e você será respeitado por todos.
15) Administre a tensão ao longo do processo de vendas. À medida que a tensão aumenta, a confiança diminui. Esteja consciente do fluxo e refluxo de tensão que surge ao longo de uma negociação de vendas. Aprenda a reduzir essa tensão quando ela aparece e aproveite para aumentá-la momentaneamente para adicionar urgência aos momentos decisivos, como o fechamento.
16) Apresente-se sempre com uma boa notícia para seus clientes. O modo como você é notado por seus clientes determina o quanto de resistência você irá encontrar à medida que realiza suas vendas. Aprenda a projetar um sentimento positivo junto àquelas pessoas com as quais você se comunica. Torne-se um parceiro na resolução de problemas, não um mero vendedor de produtos.
17) Permaneça consciente do significado daquilo que você faz. Quando uma pessoa não consegue dar um sentido àquilo que faz, ela não coloca muito valor em suas atividades. Escreva em detalhes como seus produtos ou serviços tornam a vida melhor para aqueles que os compram. Leia essa descrição todos os dias rapidamente, para manter em mente a razão que existe por detrás de cada compra. Isso não diz respeito ao ato de comprar simplesmente, mas sim aos benefícios que se obtém com a compra.
18) Aprenda quando e como fazer com que seu cliente faça uma compra. Aprenda a reconhecer sinais de compra, como pedir para que seus produtos sejam comprados por diferentes tipos de pessoas, quando deixar o cliente decidir por ele mesmo, como negociar detalhes e quando desistir. Quem não arrisca não petisca. Mas o modo como você convence seus clientes freqüentemente determina o sucesso ou fracasso de uma venda.
19) Conte com clientes fiéis. Saiba como cultivar os clientes dedicados. Torne-se imune a concorrência oferecendo às pessoas mais do que elas esperam. Corresponda a todas as necessidades de seus clientes e seja amigo deles, mesmo quando eles não estão comprando de você. Seja o tipo de pessoa com a qual as pessoas se entusiasmam.
Fonte: Workshop / Técnicas de vendas
Como eu cresci rodeado de investidores, eu aprendi bem cedo que trabalhar para você mesmo era uma ótima maneira de fazer dinheiro e melhorar seu estilo de vida. No entanto, apesar de eu ter tido esse incentivo para construir negócios bem cedo, nem sempre eu soube a maneira certa de construí-los ou de vendê-los. Na verdade, através de tentativa e erro, eu eventualmente descobri o que é necessário para construir e para vender um negócio de sucesso, e as cinco lições a seguir são as que considero mais importantes.
Ser o líder da categoria não é a única maneira de ser bem sucedido
Todo mundo pensa que se você não for o número um, então você não terá um negócio de sucesso. Sei que eu caí nessa armadilha no começo da minha carreira. Seja trabalhando como consultor de marketing ou SEO, eu tentava ser o número um, mas não demorou para que eu percebesse que ser o melhor e ser o líder da categoria não são a mesma coisa.
Em alguns casos, você é o número um quando você domina em receita, número de usuários ou posição de mercado. Em outras palavras, é bastante claro que você é o número um. Por exemplo, de acordo com o StatCounter, quando falamos de navegadores, é bem óbvio quem manda:
Mas se você estiver em um mercado menos desenvolvido, o número um muitas vezes significa percepção, o que você consegue controlar com marketing. Veja, uma empresa com um produto que é inferior em competição, e mesmo assim faz muito barulho na mídia, parecerá ser o líder da categoria.
A empresa de roupas American Apparel é um ótimo exemplo. Constantemente na mídia, seja por coisas boas ou ruins, a American Apparel parecia imbatível. No caso da AA, você não conseguia ir a lugar algum sem ver um de seus anúncios ou ouvir sobre eles nos jornais. O que eles fizeram para que isso acontecesse?
Políticas controversas – A American Apparel não terceiriza e muitas vezes usa seus funcionários como modelos em anúncios levemente pornôs, ambos ótimos tópicos para a mídia ficar em cima.
Adotar uma causa social e fazer barulho sobre ela – A American Apparel está por trás de duas causas sociais, Legalize LA e Legalize Gay, ambas que geram atenção para eles.
Quebrar o molde de vez – A maior parte dos funcionários na AA são imigrantes que recebem quase duas vezes mais do que o salário mínimo e são gratificados com cuidados familiares completos a baixo custo (é triste o fato de que 1.500 deles são ilegais, mas o CEO alega que eles usaram documentação falsa.)
Defenda seus valores com unhas e dentes – O CEO da American Apparel não se defende das suas políticas, valores e pensamentos não ortodoxos, o que coloca mais lenha na fogueira.
Eles são líderes de mercado? Não quando falamos de capitalização de mercado. Esse título pertence ao Burberry Group a US$ 552.2 bilhões. Mas você não saberia disso se assistisse ao noticiário. Em 2008, o Guardian nomeou a American Apparel a marca do ano e, em 2009, a revista Time nomeou o CEO como um de seus finalistas das pessoas mais influentes do mundo.
Meu ponto é que a American Apparel foi de uma pequena produtora de roupas em 2003 para um negócio de sucesso em menos de uma década, porque eles estavam constantemente na imprensa. Geralmente você consegue competir com os cachorros grandes se você tiver bastante mídia e falatório.
Foco na oportunidade, não no líder de mercado
Outro mito sobre líderes de mercado tem a ver com a saturação ou o crescimento do mercado. Por exemplo, no início de novembro de 2011, a comScore revelou dados sobre o mercado de smartphone nos EUA. Aqui estão os dados em forma de gráfico, disponibilizado pela Asymco:
O que deve chamar sua atenção imediatamente é todo o azul no topo do gráfico. Ele representa todas as oportunidades existentes para colocar os smartphones nas mãos de pessoas que não usam esse tipo de aparelho. Em outras palavras, não importa quem é o líder de mercado. O jogo está longe de ter acabado para os novatos.
Um bom marketing significa observar o que o seu concorrente está fazendo, especialmente se ele for o líder de mercado, mas você também pode olhar ao redor dele… Você busca pela oportunidade que outros estão ignorando e, se ela estiver lá, tire vantagem dela sem ter que competir com os “caras grandes”.
Pensar como um consumidor é essencial
É importante lembrar, no entanto, que só porque você está recebendo muita atenção não sinifica que você será bem sucedido. A regra número um do marketing é resolver os problemas dos seus consumidores.
Você provavelmente já ouviu isso muitas vezes, mas vale a pena respetir… você deve fazer com que um produto atinja seu propósito óbvio. Com o tempo, eu desenvolvi um método no que diz respeito a negócios e a desenvolvimento de produtos. Chamo-o de Método Simples:
Simples – Um produto de sucesso irá tirar a hipótese de como ele irá satisfazer o consumidor. Por exemplo, a Febreeze é simples… jogue o spray e elimine os odores. Você entende imediatamente.
Interessante – Além disso, um marketing bem sucedido de um produto o distancia de outras commodities ao explicar por que ele é diferente. Todos os produtos são commodities. O iPhone.. é uma commodity, em outras palavras, um smartphone. Mas não qualquer smartphone. Ele tem bons aplicativos, FaceTime e agora o Siri.
Significativo – Mas só porque você descobriu como resolver o problema, isso não significa que você será bem sucedido. O problema tem que ter sentido. Veja o Square, por exemplo. Ele permite que pequenos negócios coletem os pagamentos facilmente através de cartões de crédito. A maior parte desses pequenos negócios irá dizer que eles estavam perdendo dinheiro porque não aceitavam cartões de crédito.
Produtivo – Da mesma maneira que ser simples, um produto de que os consumidores irão gostar os ajuda a fazer algo que eles já estão fazendo… mas mais rápido, mais fácil e até mais barato. Em outras palavras, o produto não complica a vida do consumidor, mas oferece conveniência.
Vida-longa – Um produto de sucesso tem que ter longevidade. Ele provavelmente oferecerá uma solução significativa para o problema de um consumidor que será mais do que apenas uma novidade. E ele será passado para várias gerações.
Divertido – Este último passo é importante, porque ele explica a popularidade de sistes como Facebook ou de videogames, que todo mundo pode argumentar que não são maneiras produtivas de gastar seu tempo. No entanto, eles fornecem entusiasmo e alegria, o que é significante para você.
Eu gostaria de ter pensado nesse método antes de ter começado no mundo dos negócios, mas talvez eu possa ajudar você a evitar cometer os erros que eu cometi e ser bem sucedido em menos tempo do que eu ao compartilhar isso com você.
Propaganda grátis pode ser sua melhor ferramenta promocional
Se você não tem muito dinheiro e está tentando promover sua empresa online, não se preocupe, as empresas têm sido capazes de ser bem sucedidas sem gastar muito dinheiro em marketing. Esse fato se torna aparente quando você vê que o gasto com propaganda em mídias sociais, segundo a Forbes, será de somente US$ 4.4 bilhões ou 7% do gasto com anúncios online até 2016. Isso se deve ao fato de que criar um perfil social não custa nada e que os custos constantes são baixos.
Quando eu estava tentando alavancar um dos meus primeiros negócios, Advice Monkey, eu paguei mais de US$ 5 mil para três empresas a promoverem. Infelizmente, eu não tive nenhum resultado, então decidi que iria apender como fazer eu mesmo. Aqui está uma lista de seis ideias de marketing que eu usei e que não precisam de um grande orçamento:
Blog – Já deve estar óbvio que blogs são uma ótima ideia para gerar tráfego e atenção. Mas eu ainda encontro investidores que desistem dele por um motivo ou outro.
SEO – Algumas empresas que alavancaram consideravelmente seu SEO são About.com, Wikipedia, Craigslist, Amazon, e Zappos. E um exemplo de uma empresa pequena que fez isso é a Bargaineering, que foi adquirida pela Bankrate por US$ 2.8 milhões.
Post de visitantes – Uma maneira fácil de fazer com que sua empresa seja facilmente encontrada é escrever posts como visitante em outros blogs. Desde TechCrunch até o Huffington Post, existem milhares de blogs populares na internet. E a única coisa que esses blogs querem é mais conteúdo.
Palestre em conferências – Você não tem que gastar muito dinheiro viajando para conferências regionais, mas, ocasionalmente, gaste dinheiro e vá a uma conferência nacional. Você terá mais exposição.
Fale besteira – As pessoas tendem a prestar atenção quando alguém fala algo ruim. Por exemplo, uma vez eu escrevi um post no blog Like.com sobre como eles estavam falhando em seus esforços de marketing. Pouco depois, o CEO me ligou e me ofereceu um trabalho de consultoria.
Faça entrevistas – Não consigo dizer quantas vezes eu mandei um e-mail para alguém e perguntei se eles gostariam de me entrevistar. Blogs e fontes de mídia estão sempre precisando de conteúdo… e entrevista é uma maneira fácil de conseguir.
Mídias sociais podem com certeza gerar vendas
Eu praticamente pulei de cabeça nas mídias sociais quando sites como Blogger, Twitter e Facebook surgiram. No entanto, me levou um bom tempo para entender como usá-los corretamente para que eu pudesse gerar tráfego e vendas para meu site.
Você sabia que para cada hora que passamos online, gastamos cerca de quinze minutos nos nossos sites de mídias sociais? Isso é segundo Neilson:
E você sabia que em cerca de metade do tempo estamos procurando por produtos e serviços? A lição é que se você quiser construir um relacionamento de vendas online, a mídia social é sua melhor aposta.
Um bom exemplo da monetização da mídia social é Joie De Vivre, uma empresa da California que opera hotéis de luxo. Toda terça-feira, a empresa tuíta promoções exclusivas para cerca de seus 13 mil seguidores, que têm apenas algumas horas para agir em grandes descontos. Joie De Vivre geralmente reserva mil quartos com esses tipos de promoções, quartos que poderiam ficar vazios.
Até grandes empresas como a Virgin usam as mídias sociais de maneira eficaz. Richard Branson diz que sua abordagem para as mídias sociais é com um sentido saudável de diversão e ofertas atrativas. Por exemplo, o quarto dia de maior vendas para a Virgin America foi quanto eles tuitaram: “US$ 5 dólares doados para escolas KIPP para cada voo agendado hoje”.
Conclusão
Algumas dessas lições podem parecer óbvias, outras não. Sei que precisei de muitos anos para entender todas elas, mas, depois que isso aconteceu, constuir negócios de sucesso se tornou cada vez mais fácil. Isso não significa dizer que se você seguir as lições acima você terá um negócio bem sucedido garantido. Mas você irá melhorar suas chances.
Quais lições de marketing que não são tão óbvias você aprendeu durantes seus anos no mercado?
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Este artigo é uma republicação feita com permissão. SEOMoz não tem qualquer afiliação com este site. O original está em: http://www.seomoz.org/blog/the-five-marketing-lessons-that-took-me-a-long-time-to-learn
Fonte: E-Commerce Brasil
No mundo do link building, conseguir um link de autoridade para seu site/ blog tem sido um dos aspectos mais importantes para o crescimento do mesmo. Em 2009, as métricas de “nível de link da página” e “nível de autoridade do domínio” registraram mais de 46% da própria autoridade de suas páginas:
Em 2011, essa porcentagem caiu 4%, indo para 42.58%. Sugerindo, assim, que o link building continuará sendo um fator crítico para o sucesso do seu blog/website.
Mas nós sabemos que não é qualquer link que servirá. Quanto melhor for o site de onde o link está vindo, melhor será o link. É por isso que suas campanhas de link-building precisam ser construídas com o objetivo de atrair links de autoridade. Mas como fazer isso? E o que de fato é um link de autoridade? Deixe-me explicar.
Links de autoridade absolutos e relativos
Existem dois tipos de autoridade. Existem sites de autoridade absoluta, como o Huffington Post, The Daily Beast e o blog do Google. Esses sites também são rotulados como autoridades “informacionais”, que se contrapõe aos de autoridade “navigacional”, como oDMOZ.
Por outro lado, você também tem sites de autoridade relativa. Esses são sites controlados por blogueiros ou webmasters que são autoridades em um nicho. Blogs como o de Robert Scoble, o Dooce ou o Mashable são autoridades em seus mercados, mesmo o link juice que eles te forneçam não seja tão alto quanto o de um site de autoridade absoluta. Definitivamente vale a pena atraí-los!
Mas como você, de fato, consegue um link desses sites? Eu selecionei as regras mais importantes para atrair links de autoridade. Como eu detalhei bem cada uma, dividi o artigo em duas partes. E nesse primeiro artigo, você vai ver as cinco primeiras regras de ouro:
1. Escreva conteúdo que atraia links de conteúdo editorial
A tática mais importante para atrair links de autoridade é escrever conteúdo que vale a pena linkar. Quais as características desse conteúdo?
Angular – este conteúdo preenche uma lacuna óbvia no mundo da informação web, que você alimenta com conselhos dos experts, posts detalhados e argumentos bem fundamentados. Este conteúdo também irá te definir, então é importante estabelecer inicialmente em que o seu blog/ site irá focar. Esta também é uma grande porção do conteúdo que você compartilha.
Conteúdo pessoal – cerca de um quarto, ou menos, do conteúdo deve conter histórias pessoais que buscam ajudam os seus leitores a compreender quem você é e de onde você vem. O meu artigo “How Being a Patel Made Me Somewhat Successful” é um ótimo exemplo. Ele fica dentro do conteúdo angular do site e também mostra um pouco da minha vida pessoal.
Conteúdo provocador – esta é uma pequena fração do seu conteúdo e é composta por artigos controversos. Geralmente você ataca uma ideia consolidada ou uma pessoa importante, ou até mesmo explica porque algo popular é, de fato, realmente idiota. Geralmente o objetivo disso é atrair links, mas também dá aos leitores uma ideia de quem você é.
Criar um blog/ site com este tipo de conteúdo vai levar um certo tempo, então, você não vai conseguir autoridade de link logo de cara, óbvio. Uma vez que você tenha um arquivo sólido de conteúdo, aborde esses sites de autoridade e peça por um link. Dê a eles uma boa razão para isso. Você pode lançar mão de qualquer uma dessas:
Você escreveu sobre o autor e agora ele pode estar interessado em compartilhar com seu círculo o que você publicou;
Você publicou um artigo que funciona bem com uma série que ele escreveu ou a complementa. Você pode até criticar algo que ele/ ela fez e gerar um debate entre os blogs/ sites. Se isso gerar uma grande quantidade de respostas, quer dizer que você ganhou!
2. Conserte os links quebrados de outras pessoas
Links morrem o tempo todo. As pessoas fecham o website ou puxam as páginas web. Quando esses documentos ou sites desaparecem, todos os links apontando para eles morrem. Por exemplo, se você vasculhar um site, página por página, por um editor que linka muito para fora dele e a página já têm algum tempo, você com certeza irá encontrar pelo menos um ou dois links quebrados nesta página. Vasculhe o site inteiro e você encontrará dezenas!
O Mashable é um bom exemplo de um site que linka muito para fora dele e provavelmente terá muitos links quebrados em páginas antigas, uma vez que eles tendem a reportar startups que nem sempre vingam.
Você pode resolver isso de duas maneiras:
Manualmente – faça uma lista de todos os links quebrados que você encontrar, então aborde o autor dessas páginas. É melhor se você focar em um autor/ pessoa e oferecer várias opções de conteúdo, ao invés de contatar diferentes autores para cada link morto. Isso pode se tornar um pesadelo administrativo.
Validador de Link – use uma ferramenta como o Link Checker, do W3C, para encontrar links quebrados em um website ou blog. É bastante fácil. Aqui estão os passos para checar o Mashable.
Coloque o link no formulário:
Escolha suas opções:
Clique em “done” e então espere 644.47 segundos:
Você, agora, pode verificar o relatório:
A partir dele você pode construir uma lista de links quebrados, as páginas que você precisa substituir e quais autores você pode abordar – se for um site de vários autores, como Mashable.
3. Crie uma biblioteca de imagens desejável
Se você tem imagens de alta qualidade no seu site, você pode usar essas imagens como um incentivo para que as pessoas linkem para você. Imagine que você tenha uma galeria de imagens grandes e de alta-resolução. Ofereça um formulário de contato que permita que a pessoa consiga um arquivo e código para linkar direto na página e você verá resultado.
Você não precisa ser tão audacioso como o photl.com.
Ou freepixels.com:
E ser mais como o Haw-lin:
Este último site é especializado em fotos. Para você que é um editor de conteúdo procurando por juice de posicionamento, você poderia criar um sub-domínio unicamente para fotos como essa. Aqui está o que você deve fazer:
Contrate um fotógrafo amador decente. Se você não for um bom fotógrafo e deseja manter manter o custo baixo, você poderia contratar um fotógrafo local que seja bom.
Use seu telefone. Hoje a maioria dos smartphones podem tirar fotos de alta qualidade. Muitas vezes possuem as capacidades que definem uma boa foto, como ter o ângulo certo e uma boa luz.
De qualquer maneira, quão melhor a foto, melhores suas chances de você obter interesse nas imagens. E para ajudar você a se beneficiar completamente desta tática, tenha isto em mente ao criar uma biblioteca de imagens:
Quanto maior a qualidade de cada imagem, maior será o potencial de link building delas;
Pesquise maneiras baratas de tirar fotos. Isso pode significar contratar um fotógrafo barato ou comprar um smartphone decente com uma ótima câmera;
Cada imagem deve ser postada em sua própria página;
O serviço de entrega deve ser o mais fácil possível. Teste diferentes maneiras e use aquela que seja mais fácil para você;
Adicione as imagens seguindo uma programação, seja uma vez por dia ou uma vez por semana.
4. Ofereça-se para escrever uma coluna ou fazer um post como visitante
Forneça ao um editor um conteúdo prático e muito bem pesquisado. Essa é uma ótima maneira de receber links para seu site a partir dele.
Mantenha em mente que esta tática vale mais para sites de conteúdo de autoridade relativa, do que de autoridade absoluta; isso devido à sua política de blogging. Mas se você tiver uma estratégia de postagem que envolva o foco em construção de links, tráfego e exposição através de posts de visitantes em alguns sites de autoridade seletiva selecionados, você eventualmente terá um arsenal de conteúdo que poderá repassar para sites de autoridade absoluta.
Alguns sites de autoridade, como Open Forum ou o Huffington Post têm tanta necessidade de conteúdo que geralmente você pode conseguir um artigo lá. Mas você normalmente ainda tem que fornecer um portfólio de artigos para que eles possam entender seu nível de escrita e de conhecimento.
Aqui estão algumas fontes para te ajudar a escrever, submeter e ser publicado como visitantes:
A Quick and Dirty Guide to Writing Your First Guest Post;
Neil Patel’s Guide to Writing Popular Blog Posts;
Write a Guest Post for I Will Teach You to Be Rich (Ramit Sethi foca em dicas sobre como escrever para este blog, mas elas são válidas para qualquer um);
Why Submit Your Best Posts as Guest Posts?;
How to Land a Guest Post Without Fail: 21 Secret Tips.
5. Vá aonde sua audiência está
Como blogueiros e pessoas da Internet, muitas vezes esquecemos sobre as conexões cara a cara que podem nos fornecer links valiosos de editores de sites de autoridade relativa ou absoluta. Por exemplo, viaje para conferências, se aproxime de pessoas que você quer influenciar e as convença a linkar para o seu site. Não seja um chato, mas fique por perto, seja simpático e depois deixe-as curtir sozinhas o resto do evento. Mas você pode ir à festa depois do evento e continuar a fazer contatos por lá.
Se você realmente quiser levar as coisas para outro nível, ofereça para levá-las para jantar e pague a conta. Durante o jantar, sugira que elas linkem para você com algum objetivo. Talvez você possa sugerir a criação de um infográfico ou um guia para iniciantes.
Mas mesmo se você não conseguir um acordo como este, você pode dizer, ao pagar a conta, “não, eu cuido disso. Você me dá um link ou algo do tipo”. Dessa maneira a pessoa pensa: “um jantar de $50 por um link? Beleza!”.
6. Preencha as lacunas no conteúdo
Como mencionei acima, quando você está falando com editores de conteúdo, pergunte a eles qual conteúdo está faltando e se ofereça para criá-lo para eles. Poderia ser uma entrevista em vídeo de Guy Kawaski ou uma tabela periódica dos fundamentos do link building. Ou poderia ser uma ideia que eles tinham para um ebook. Seja o que for, se ofereça para criar.
Uma vez que você tenha criado o conteúdo, você ganhará o crédito com um link de volta para o seu site. Certifique-se de que você oferece conteúdo que irá atrair pessoas que são parte do seu público alvo. Criar uma calculadora de perda de peso para um site quando você está no mercado imobiliário pode até gerar tráfego para seu site, mas será o tráfego errado. É melhor você não fazer nada.
7. Contate a mídia importante no momento certo
Quando você está tentando atrair atenção de grandes sites da mídia, como CNN ou The Economist, saber quando eles publicam o tipo de conteúdo que você tem a oferecer é importante. Para aqueles sites que estão menos presos a um conteúdo programado, como oDrudge Report, você não precisa saber quando eles publicam seus links porque eles o fazem assim que a história aparece.
Mesmo assim, ter uma certa ideia de quando isso acontece irá melhorar suas chances. Aqui está um guia:
Para muitas autoridades absolutas, como esta que mencionei acima, você pode ter certeza que eles planejarão o conteúdo de segunda-feira no domingo;
Entre 6:30 e 9:30 o pessoal de mídia irá reunir uma lista das quinze principais histórias do dia. Esta é a lista de notícias. Contatá-los durante este período é mais provável de influenciar sua decisão mais do que se você tiver ligado ou enviado um email um dia ante;
O próximo passo para o os funcionários da mídia é uma lista das histórias para o time que irá decidir quais delas entrarão na primeira página. Isto geralmente acontece entre 9:30 e 12 horas. Esta é sua última chance de enviar alguma coisa. Faça agora, porque a não ser que você tenha algo espetacular, enviar algo depois das 13 horas é um desperdício. E mesmo se você conseguir cobertura, não será muito, e provavelmente não será um link. Entradas atrasadas de conteúdo geralmente são tão reduzidas que não impactam o SEO.
8. Aborde sites governamentais ou educacionais
Um sinal certeiro de site de autoridade é um .edu, ou .gov. Poderia ser um link de uma faculdade, como Harvard ou Stanford, ou um link da Casa Branca ou Usability.gov. Conseguir esses links não é fácil.
Um exemplo é sempre procurar por maneiras de registrar contas com essas instituições. Por exemplo, Harvard tem o The Harvard H20 Playlist Project. É simplesmente uma série de links para livros, artigos ou conteúdos que esperam divulgar conteúdo.
Simplesmente crie uma playlist e adicione um link para um post útil dentro do seu site.
Criar um conteúdo bem pesquisado e que faz sentido, ou contar uma boa história fará com que esses sites linkem naturalmente para você. Exemplos de conteúdo que você pode escrever e que podem chamar sua atenção incluem:
Escreva uma revisão sólida sobre um de seus programas, puxando informações sobre dados históricos, eventos atuais e previsões futuras. Isso provavelmente irá chamar a atenção deles;
Patrocine um evento estudantil. Isso não custará muito dinheiro;
Seja voluntário como palestrante para graduandos;
Aborde a escola de negócios e se ofereça para ser um caso de negócios.
O tipo de conteúdo que você pode criar e que iria atrair links governamentais poderiam ser:
Uma página/ sub domínio da comunidade no seu site que suporte algum clube ou evento em sua cidade;
Conteúdo que suporte algum tipo de caridade;
Patrocine um evento. Os sites .gov irão abordá-lo e a imprensa local também;
Concorra por uma posição em sua comunidade. O grau de comprometimento geralmente é baixo, então provavelmente você não será consumido por ela.
Em alguns casos você somente terá que abordar essas instituições. Quando você o fizer, você provavelmente receberá uma resposta, e um lado positivo é que se você inspecionar o site deles, identificará as lacunas e pode se oferecer para preenchê-las.
Mais uma vez, será importante mostrar que você pode criar o conteúdo, então não tente esta tática até que você tenha um bom catálogo de artigos em seus arquivos.
9. Compre links sem penalidades
Não é nenhum segredo que comprar link viola a política do Google e a penalidade pode ser bastante dura. Então, você deve estar se perguntando porquê estou sugerindo que você compre links. Existem maneiras de comprar links que não são uma violação à política do Google. E aqui estão duas delas:
Doe para caridade – dependendo do quanto você doar, algumas organizações irão exibir seu nome e a quantidade doada em seus sites;
Se ofereça para pagar blogueiros influenciadores pra postar em seu site – o conteúdo é simples. Dê a um blogueiro importante algum tipo de incentivo, como dinheiro, para escrever um artigo que você possa postar no seu site. É muito provável que eles irão linkar para ele quando for publicado;
Fundo de Pesquisa – às vezes quando você financia projetos de pesquisa, as pessoas irão linkar de volta para seu website para mostrar às pessoas quem forneceu a elas o recurso. É sua maneira de dizer “obrigado” e demonstrar seu agradecimento.
Como você pode ver, esses exemplos são baseados em uma troca de valor entre duas pessoas e seus websites, que podem se relacionar com a relevância de conteúdo. Então, é uma maneira ética de comprar links.
10. Saiba a diferença entre um site bom e ruim
Finalmente, uma das regras mais importantes de link building é saber a diferença entre um bom site e um site ruim. Isso pode parecer óbvio, mas às vezes é fácil se enganar ao pedir a um site que parece uma autoridade, mas na verdade é um spammmer.
Quais são os elementos que determinam se um site é ruim? Aqui estão cinco deles:
PPC negativo – se você encontrar um site que tem seu SEO baseado em pílulas, cassinos ou pornô, este não é um bom site para obter links;
Sobrecarga de links – evite também sites que têm uma alta proporção de link para conteúdo. Qualquer coisa acima de 20% links para 80% de conteúdo é provavelmente muito alto;
Keyword stuffing – alguns sites que se posicionam bem em mecanismos de busca serão notórios por keyword stuff. Sua primeira pista é a descrição do título. Se parece que alguém o tratou como uma meta tag de palavra-chave, eles provavelmente estão empregando técnicas de spam em outro lugar também. Talvez está no footer, por trás das imagens, ou no código fonte;
Sobrecarga e anúncios – esses sites serão como um problema no que diz respeito ao número de anúncios que eles têm. Eles terão anúncios em ambas barras laterais, acima do header e várias vezes através do conteúdo.
Conteúdo pobre – outra dica de que este não é um site bom é a proporção conteúdo-anúncios. Este quesito pode ser complicado, porque até sites de autoridade absoluta podem ir além dos limites quando se trata de anúncios. Veja o Marketing Pilgrim, por exemplo:
Os anúncios dominam dois terços da página. Mas é um website legítimo com um conteúdo muito bom. Se este é o caso, então avalie a cópia. É bem escrito, bem pesquisado e específico? Existe um autor relacionado a ele? Existe uma página de biografia convincente do autor? Todos esses são elementos que você deve olhar para determinar se você deve escrever um artigo como visitante para eles, ou não.
Design pobre – o site parece ter usado um tema gratuito? As fontes têm um tamanho ou forma irregular? Geralmente esses são sinais de que ninguém é responsável pelo site.
Conclusão
Confie em mim quando digo que você não estará perdendo seu tempo se investir em atrair links de autoridade para seu site ou blog. Lembre-se: quase metade do que determina o posicionamento do seu site é baseado nos tipos de link dirigidos ao seu site. Espero que este guia tenha fornecido as dicas e ferramentas necessárias para te ajudar a obter sucesso.
Fonte: E-Commerce Brasil
Um dos princípios fundamentais do comércio social é que ele só funciona bem para sua empresa se funciona para os consumidores. Comentários, resenhas e opiniões de produtos são capazes de aumentar as vendas de sua loja online se elas forem uteis para os consumidores, transmitindo confiança e principalmente mais informação para ajuda-lo na tomada de decisão de compra.
Diversas pesquisas publicadas revelam que ‘comentários convertem’, você já deve saber disso, mas como fazer os comentários venderem mais em sua loja online?
Para iniciar o trabalho, segue abaixo a parte 1 desse artigo com 9 dicas das 18 para ajudar em sua busca de soluções para conseguir mais comentários para sua loja e principalmente aproveitar o máximo dessa ferramenta.
1. Adicione comentários a sua loja
Para muitos isso é obvio, mas para aquele que está perdido ou ainda não tem área de comentários em sua plataforma vale a dica. Deixe os consumidores escreverem comentários sobre produtos em sua loja. Com o conteúdo exclusivo e palavras chave dos próprios consumidores, esses comentários serão apresentadas nos SERPs do Google com maior relevância. Use o máximo do SEO e principalmente Rich Snippets para que o Googlebot analise corretamente a estrutura dos dados de marcação.
O planejamento e gestão dessa plataforma de comentários são muito importantes, crie regras e uma política com termos de uso. Apresente os comentários de forma intuitiva e inteligente, lembre que esses comentários tem que ajudar seus consumidores na tomada de decisão de compra. Crie um formulário que permita ele escrever os prós e contras, faça perguntas, explique que é para ele escrever sobre o produto e não sobre a loja ou a entrega.
2. Pergunte
Um restaurante que busca surpreender clientes está sempre preocupado em saber se você gostou ou não do prato que lhe foi servido. Essa é uma prática comum presente no dia a dia, mas quantas vezes você foi abordado por fabricantes ou varejistas perguntando sobre suas experiências de consumo dos produtos que você comprou?
Pergunte ao seu cliente, ele vai gostar de saber que a opinião dele é importante e principalmente que estará formando opinião para outros consumidores que vão comprar o mesmo produto em sua loja.
3. Envie um e-mail
90% dos comentários recebidos em produtos em uma loja online são frutos de um e-mail enviado ao cliente 15 dias após a compra solicitando que ele conte o que achou do produto (fonte PowerReviews). Consumidores estão acostumados a escrever passivamente sobre produtos apenas quando não estão satisfeitos, com essa prática você terá um equilíbrio entre os comentários positivo e negativos em seu site. Tenha certeza esse equilíbrio converte.
Se o cliente não responder seu e-mail, após 30 dias pergunte novamente, demonstre que percebeu que ele não enviou uma opinião sobre o produto e está preocupado em saber se ele está satisfeito ou não. Você se surpreenderá com os resultados!
4. Facilite
Muitos consumidores gostariam de fazer um comentário em sua loja, mas ao clicar em COMENTAR são direcionados para aqueles formulários de cadastro nada intuitivos, solicitando muitos dados, inclusive perguntando sobre o que ele quer receber no newsletter, etc. Ele desiste, pois não quer deixar seu endereço e telefone só para fazer um comentário. Se ele já comprou em sua loja e preencheu os dados, use cookies para quando ele voltar os dados já estejam lá.
Facilite e crie meios de verificar se o consumidor que está comentando é realmente o consumidor que comprou em sua loja, isso é importante para que o consumidor confie nos comentários de sua loja. Mas não dificulte, crie novas experiências.
5. Faça o comentário valer a pena
Imagine que você recebeu um e-mail de pós venda, ao clicar no link é direcionado para uma página e começa a escrever um comentário sobre a câmera fotográfica que comprou, na mesma página tem diversas recomendações de acessórios, com um conteúdo explicando os benefícios desses para sua câmera, ou até dicas de produtos que você poderá gostar para comprar no futuro.
A Amazon.com faz muito bem isso. Focando o consumidor, através dos comentários você pode extrair muitas informações, basta usa-las com inteligência e uma boa estratégia.
6. Crie infográficos
Através dos dados adquiridos através dos comentários você pode criar diversos infográficos e poderá envia-los em um newsletter, ou publicar no blog, etc. Consumidores gostam de analises baseados em opiniões outros consumidores, mostre que sua loja se preocupa com essas opiniões e apresente-os através de infográficos.
7. Mostre a classificação geral
Ao apresentar um produto mostre a classificação geral dos comentários (estrelas). O ideal é que além de apresentar a classificação das estrelas e porcentagem de pessoas que aprovam o mesmo, apresente também as características individuais, desempenho, aparência, etc, a fim de que isso o ajude na tomada de decisão. Essas informações devem ser solicitadas quando ele estiver escrevendo seu comentário e não precisam ser obrigatórias.
8. Grupos focais
Essa técnica de pesquisa bastante utilizada no marketing pode virar um ótimo conteúdo para sua loja. Reunindo os comentários, analisando-os, você poderá criar ótimos conteúdos voltados para o consumidor acrescentando suas sugestões, conclusões e principalmente suas recomendações, que podem ser dicas de novos produtos, melhor forma de usar, produtos complementares, entre outros.
As descobertas através dessas analises podem gerar muitas ideias. De asas a imaginação!
9. Deixe sue consumidor espalhar
Estamos na era do curtir, espalhar, compartilhar, +1, etc. Seu consumidor pode gostar muito de um comentário de outro consumidor e quer compartilhar através das redes sociais, facilite para que isso aconteça. Muitas vezes ele mesmo quer escrever um comentário em sua loja sobre o produto que comprou para compartilhar com os amigos e família nas redes sociais. Aproveite ao máximo esse momento.
A coleta passiva de comentários e opiniões sobre produtos funciona em apenas dois casos: quando um consumidor ‘ama de paixão’ ou ‘odeia’ um produto. Não é vantajoso trabalhar apenas nesses dois casos, a não ser que sua loja venda apenas produtos de marcas como a Apple, que tem tem muitos defensores e a basta escrever algo negativo sobre algum produto que logo você terá vários outros defendendo.
Como essa não é a realidade de muitos varejistas online, é necessário trabalhar ativamente para que consumidores comentem suas experiências de consumo em sua loja e desta forma você transformará muitos consumidores em fãs dos produtos que vende.
10. Incentive
Envie amostras de uma forma inteligente. Ao vender um perfume, você pode enviar amostras de outros perfumes para esse cliente e pedir a opinião dele. Desenvolva um material ou embalagem solicitando que ele escreva sobre as amostras. Além de ele ficar muito feliz com esse presente, fatores como: conhecer um novo produto, voltar à loja pela segunda vez, escrever e ler outros comentários, sentir que a opinião dele é importante, entre outros sensações ficarão marcados em sua mente de uma forma especial e pode ter certeza que esse cliente ira comprar novamente em sua loja.
E mesmo que o comentário seja negativo, lembre-se que isso é honesto e o que é ruim pra um é bom para o outro. Pesquisa da Reevoo revela que 95% dos clientes não acreditam em uma loja que tenha somente comentários positivos, 68% confiam nas opiniões do site quando tem comentários positivos e negativos e 4 vezes mais é o tempo que o consumidor passa no site pesquisando comentários negativos.
11. Não Suborne
Não de descontos, nem faça promoções culturais e sorteio de brindes em troca de comentários, opiniões e resenhas. Cuidado para não fazer das amostras enviadas uma moeda de troca para ter mais comentários, qualquer coisa errada na comunicação pode fazer você perder muitos clientes que ficarão desacreditados ao ler os comentários de sua loja. Faça o cliente se sentir motivado a escrever sem nada em troca. É um grande desafio, mas não é impossível.
É melhor ser ético do que estar na capa de um jornal de grande circulação no país. Foi o que aconteceu com a Amazon em Janeiro deste ano, foi parar no New York Times em uma denuncia por subornar seus clientes em troca de comentários. Ao abrir a embalagem o consumidor era convidado a escrever um comentário em troca de um vale compras no valor do produto havia comprado, ou seja, o produto sairia de graça. Leia a matéria completa aqui e não faça isso!
12. De opções
Proporcionar opções podem ajuda-lo a obter um maior volume de comentários. Alguns clientes se sentem mais confortáveis em escrever sobre o produto em uma plataforma de terceiros, como oComenta ou Facebook por exemplo. Outros, sem dúvida, se sentirão mais confortáveis em escrever diretamente para sua loja.
De opções e deixe que ele escolha.
13. Compare Opiniões
Muitas plataformas permitem a comparação para ajudar o consumidor que está em dúvida entre dois produtos, adicione os comentários a essa comparação. Utilize os três últimos ou os prós e contras com link para que ele possa ver todos os comentários. É mais um detalhe para ajudar a tirar a dúvida do consumidor e isso o deixará mais confiante para realizar a compra.
14. Deixe-o filtrar o que deseja ler
Permita o consumidor filtrar que tipo de comentário quer ler. Por exemplo, se ele quiser ler somente comentários positivos, negativos, usuários verificados, mais antigos, somente recentes, etc, de essas opções em sua plataforma. Ele certamente passara muito tempo em seu site e as chances de conversão são muito maiores.
15. Responda
Pesquisa da Harris Interactive mostra que a resposta ao feedback negativo ou opiniões oferecem as marcas a chance de reconquistar clientes. Depois de uma resposta: 34% dos clientes removeram seus comentários negativos, 33% mudaram e postaram um comentário positivo e 18% tornaram-se clientes fieis a loja e a marca, passando a comprar novamente. A expectativa do consumidor na esperança de uma resposta da loja é muito baixa, surpreenda-o. 61% dos consumidores ficariam surpresos ao receber uma resposta a um comentário negativo, diz a pesquisa.
Não deixe um cliente sem resposta nunca, principalmente se ele fez uma pergunta ou escreveu um comentário negativo, são esses formadores de opinião que você precisa cativar para conquistar mais clientes.
16. P&R (perguntas e respostas)
Transforme seus clientes em vendedores. Mantenha um banco de dados de perguntas e respostas na página do produto para que os usuários possam pesquisar e adicionar as suas perguntas, permitindo que os próprios consumidores respondam as dúvidas de seus clientes. Certifique-se de não decepcioná-los deixando-os sem resposta.
Lembre-se que uma pergunta feita em sua plataforma pode ser a dúvida de muitos outros consumidores que chegarão ao seu site através SERPs. Para muitos, o Google é um mecanismo de perguntas e respostas e seu site pode estar cheio delas.
17. Agradeça
Agradeça seu cliente após ele deixar um comentário, não apenas com uma mensagem básica de ‘OBRIGADO!’ depois que ele clicar no botão enviar. Deixe-o saber quanto esse comentário significa para você e crie formas para ele continuar navegando após enviar. Aqueles infográficos de comentários podem ser usados nessa hora. Valorize esse momento, pois ele pode estar super empolgado para escrever um comentário e você pode aproveitar isso.
18. Importe e exporte comentários
Por mais que você prepare um ambiente perfeito, seguindo essas e outras tantas dicas existente por aí, ainda pode não alcançar seus objetivos e principalmente aproveitar tudo que os comentários podem trazer de benefícios para conversão. Uma alternativa seria apresentar os comentários de sua loja em outro local e tendo a necessidade de mais comentários em seus produtos, outra é importar comentários de outro local.
O Comenta.com.br é uma plataforma social que reúne comentários feitos em diversas lojas online para ajudar o consumidor na tomada de decisão de compra. Lá o comentário realizado em sua loja poderá ajudar vários consumidores na tomada de decisão de compra. Os comentários que o Comenta importa de lojas online são identificados com a logomarca e link direto para o produto na loja. A plataforma permite que o consumidor crie um perfil e escreva comentários sobre diversos produtos. Caso você precise de mais comentários em sua loja, esses podem ser importados para sua plataforma aumentando significamente o numero de comentários em seus produtos.
Outra dica é exportar os comentários de sua loja para o Google Shopping. Esses comentários podem dar grande relevância no SERP do Google, e serem apresentados em produtos no GS. Lá seus comentários são identificados com sua marca e link direto para o produto também. São muitos os benefícios e fica a dica de um artigo explicando melhor: http://goo.gl/9g8oB
Essas dicas juntamente com um trabalho continuo certamente irão ajuda-lo colher frutos no caminho da conversão. Se tiver alguma dúvida ou quiser compartilhar suas experiências, por favor nos escreva e comece a exercitar a arte de comentar.
Fonte: E-Commerce Brasil
Campanhas de e-mail marketing executadas pela parte da manhã possuem taxas de abertura (open rate) superiores quando comparadas aquelas registradas nos demais turnos, segundo um relatório apresentado pela Informz, o qual analisou 600 milhões de e-mails enviados por mais de 700 grandes e médias empresas localizadas nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, e Reino Unido.
Neste contexto, e-mails enviados durante período da manhã apresentaram uma taxa média de abertura de 39,2%, à frente daqueles enviados ao meio-dia (33,9%), no final da tarde (32,1%) e à noite (32%). Por outro lado, campanhas matutinas possuem a menor taxa média de cliques (16,5%), atrás daquelas enviadas à noite (18,6%), ao meio-dia (19,7%) e no final da tarde (21%).
Estes números vão contra os resultados de uma pesquisa realizada em setembro de 2011 pela Pure360 (Clique aqui para ler), que apontou o melhor momento para enviar campanhas de e-mail marketing entre 7 e 10:00 da manhã.
Desempenho entre os dias da semana variam pouco
Dados do estudo “2012 Association Email Marketing Benchmark Report” ainda mostram que as taxas de abertura de e-mails e de cliques não variam significativamente de acordo com o dia da semana. A taxa média de abertura varia de 32,77% verificado às terças-feiras para uma alta de 35,19% encontrado nas sextas-feiras, enquanto a taxa média de cliques apresentou desempenho inferior de 18,52% às segundas-feiras e uma elevação de 19,85% na quarta-feira. O relatório observa que a taxa de entregabilidade não varia conforme o dia.
No geral, a taxa de entrega foi de 98,28%, de abertura 34,33%, de clique 19,49% e de unsubscribe (descadastramento) 0,052%.
Frases curtas de assunto apresentam o melhor Open Rate
O estudo também descobriu que o tamanho da frase escolhida para o campo de assunto (subject) resulta em aumento significativo em relação à taxa de abertura. Frases com menos de 10 caracteres apresentam taxa média de abertura de 58%, 38% superior quando comparado ao open rate médio de frases com 50-59 caracteres (42%). Neste sentido, a taxa média de abertura de frases com 10 a 50 caracteres foi de 35%, diminuindo para 31% entre aquelas com 60-69 caracteres e 28% para frases com 70 ou mais caracteres.
Computadores desktop lideram taxas de abertura e de cliques
Inscritos em listas de e-mails marketing que abrem e-mails em computadores desktop apresentam taxas de abertura (51% vs 46%) e de cliques (15% vs 5%) maiores quando comparado aos que fazem o mesmo em dispositivos portáteis. Os dados são próximos de outro estudo realizado em 2011 pela Knotice (Clique aqui para ler), o que mostra que embora os usuários estejam lendo mais e-mails em aparelhos móveis, ainda estão interagindo pouco.
Fonte: E-Commerce News
Já há algum tempo, muita gente vem levando a sério e compartilhando uma notícia sobre um suposto descontentamento do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, com os usuários brasileiros de sua rede. A humorada notícia, reproduzida em diversos sites de notícias falsas, como o G17, diz, entre outras coisas, que o empresário pretende criar um manual de estilo para a turma do Brasil.
É verdade que alguns usuários têm abusado da paciência dos amigos. Mas sinto desapontar os que acreditam que Zuckerberg está triste com isso. Na verdade, ele deve estar pulando de alegria por causa dessa turma. O Brasil é o país onde o Facebook mais cresce, segundo análise do site SocialBakers. O número de usuários cadastrados na rede aumenta numa velocidade tão grande que a expectativa é de que em um mês superemos Índia (45 milhões de usuários) e Indonésia (43,3 milhões) e nos tornemos o segundo maior cliente de jovem empresário de Palo Alto.
Para se ter uma ideia, enquanto 1,5 milhão de indianos e 460 mil indonésios entraram no Facebook em fevereiro, os brasileiros foram 4,2 milhões. Com isso, somos agora 42,1 milhões. Se continuarmos crescendo no mesmo ritmo, começaremos abril à frente da Índia, ficando atrás apenas dos EUA, que hoje têm 176 milhões de usuários.
Imagem: Thinkstock
Em 2011, de acordo com dados da consultoria eMarketer, o Facebook teve uma receita global, só com publicidade, de algo em torno de US$ 3,8 bilhões. E pode ter certeza de que uma boa fatia desse bolo se deve aos brasileiros. Tanto é que, quando abriu seu primeiro escritório no Brasil, no começo de 2011, a empresa se registrou na Junta Comercial de São Paulo como uma “consultoria de publicidade”, iniciando já com um capital de R$ 1 milhão.
Podem acreditar: Mark Zuckerberg deve andar tão feliz com o público brasileiro que será capaz até de liberar gifs animados só para publicar um em sua timeline, dizendo: “Thanks, Brazil!”.
Fonte: Por Simão Mairins Portal Administradores
Estima-se que o Pinterest tenha 20 milhões de usuários, dois terços deles do sexo feminino
São Paulo — Quem desse uma olhada na rede social Pinterest um ano atrás veria poucos indícios de que ela se tornaria o fenômeno que é hoje. O site criado pelo americano Ben Silbermann e seus sócios já estava no ar havia um ano, mas quase ninguém sabia que ele existia. A obstinação de Silbermann, um ex-funcionário do Google, fez toda a diferença naquele momento.
Silbermann é filho de médicos e chegou a se preparar para cursar medicina na universidade. Mas mudou de ideia e virou consultor de negócios em Washington. Nessa época, começou a se encantar com as notícias que chegavam do outro lado do país. Atraído pelo clima criativo do Vale do Silício, ele arranjou um emprego no Google.
“Achei que o Google era o lugar mais legal. As pessoas lá eram inteligentes e faziam coisas realmente interessantes. Tive sorte de poder participar, ainda que de forma modesta”, disse durante uma apresentação no evento SXSW, na semana passada, como relata o site Business Insider. Em Mountain View, ele aprendeu a pensar grande. “O Google tinha a audácia de imaginar coisas realmente grandiosas, como ‘vamos fotografar todas as ruas do país’. Ninguém estava fazendo aquilo. Foi inspirador”, diz.
Empresa de engenheiros
Mas o Google era uma empresa de engenheiros. E Silbermann percebeu que, sem formação em engenharia, não teria muitas chances de criar algum produto novo lá. Quando pediu demissão, ele nem sequer tinha um plano para a nova empresa. Tinha apenas um desejo de fazer algo grandioso. Silbermann se associou a Paul Sciarra, um ex-colega de faculdade, na Cold Brew Labs (Laboratórios da Cerveja Gelada). Os dois começaram criando aplicativos para o iPhone, mas não tiveram sucesso.
O empreendedor se apoiou, então, em sua experiência pessoal para elaborar o Pinterest. Ele adorava colecionar coisas quando era criança, como contou no SXSW. O Pinterest foi desenvolvido como um espaço para as pessoas colecionarem imagens. O site foi ao ar em março de 2010, mas, no primeiro ano, pouquíssima gente notou que ele existia. No final de 2010, a rede social havia conseguido apenas 10 mil usuários registrados – e muitos deles raramente iam ao site.
Quando perguntaram a Silbermann, por que, apesar do insucesso inicial, não havia desistido, ele respondeu em tom bem humorado: “A ideia de dizer a todos que havíamos fracassado era embaraçosa. E o Google nunca me contrataria novamente. Eles mal me contrataram na primeira vez”, disse. Silbermann enviou mensagens a 200 amigos falando do Pinterest e entrou em contato pessoalmente com 5 mil usuários, divulgando o site e investigando as razões do fracasso.
Ao mesmo tempo, ele, Sciarra e o designer e sócio Evan Sharp (que também tem um passado de colecionador compulsivo) se dedicavam obsessivamente a melhorar o design e o funcionamento do Pinterest. O esforço começou a trazer os primeiros resultados na metade de 2011, quando sites especializados em tecnologia começaram a notar que o Pinterest existia. No fim de 2011, a rede decolou e passou a crescer velozmente. Hoje, a base de usuários é estimada em 20 milhões de pessoas.
Uma pergunta óbvia que Silberman não respondeu no SXSW é como ele pretende ganhar dinheiro com o Pinterest. Ele disse que a empresa está concentrada em melhorar o produto. A estratégia de monetização fica para depois. Mas ele também disse que sua equipe trabalha numa interface de programação (API) que, algum dia, poderá permitir que sejam criados aplicativos para interagir com o Pinterest. Além disso, há fotos de produtos com etiqueta de preço e link para alguma loja no site, uma óbvia fonte potencial de receita.
Fórmula original
Como observa um artigo no site All Things D, a história do Pinterest segue a fórmula tradicional do empreendedorismo no Vale do Silício, mas vai contra algumas das modas atuais. Sites com o Twitter e o Facebook enfatizam a comunicação em tempo real. O Pinterest, ao contrário, encoraja a publicação de conteúdo atemporal. Diferentemente do que manda a tradição do Google e de outras empresas da região, os engenheiros têm papel secundário nas decisões da Cold Brew Labs.
O Pinterest ainda vai contra a ideia de que uma iniciativa inovadora deve atender primeiro à elite tecnológica, aos chamados “early adopters” ávidos por novidades. Quem primeiro engordou a base de usuários da rede social foi um público formado, em sua maioria, por donas-de-casa do Meio-Oeste americano, que não tinham esse perfil. E, diferentemente do que aconteceu com o Twitter, por exemplo, não foi a presença de celebridades que atraiu o público ao site. Foi a divulgação boca-a-boca na internet.
Fonte: Exame

Se você estiver prestes a perder a calma, desligue-se e pense em algo agradável
São Paulo - Muitos por aí dizem que o ser humano aprende a vender e a negociar desde criança. Concordo, mas também acho o contrário - ao negociar, uma porção de gente age como bebê. Quando quer reduzir o preço de alguma coisa que deseja comprar, o que ela faz? “Chora” um desconto.
Podemos ter resultados bem melhores se passarmos a negociar como adultos. Isso significa abandonar a postura de bater o pé para obter a velha barganha do toma lá dá cá — um jogo sem a menor imaginação, que estressa todo mundo e frequentemente termina empatado ou com perdas dos dois lados. Veja alguns comportamentos infantis que alguém à frente de um negócio planejado para ser grande nunca deveria ter.
“Sou eu quem decide.” Mesmo que você seja o único dono da empresa, nunca fale isso. O efeito é o oposto ao pretendido. Se é você quem decide, tem o poder de dar um desconto ou fazer outra concessão, certo? Ganhe margem de manobra, dizendo que pedidos de desconto fora das regras comerciais da empresa precisam ser analisados em conjunto com seu sócio ou determinado executivo.
Começar pelos pontos divergentes. Uma negociação pressupõe interesses opostos, mas só faz sentido quando há também interesses comuns entre as partes. Comece pelos aspectos em que você e a outra parte concordam. O que precisa ser discutido vem depois — se não houver nenhuma concordância em alguma coisa, o resto é tempo perdido.
Perder a calma. Se as coisas começarem a ficar difíceis, peça uma pausa, vá ao banheiro, tome uma água ou remarque a conversa para outro momento, mas nunca, nunca mesmo, negocie irritado ou desequilibrado.
Se não der para sair, desligue-se e pense em algo agradável — na última praia bacana que você visitou, por exemplo. Quando se sentir melhor, diga “desculpe, mas você pode repetir o que disse?” É uma técnica para ganhar um pouco de tempo para se recompor.
Confundir entender com concordar. Muitos espertinhos expõem seu ponto de vista e finalizam com “você não concorda?” para arrancar um sim seu. Tive uma funcionária que era mestra nisso. Ela dizia: “Romeo, tenho sido a melhor vendedora nos últimos dois anos. Bati todas as metas. Cumpro com todas as obrigações e acabei de ter mais um filho. Você não concorda que mereço um aumento?”
A resposta para perguntas capciosas desse tipo deve ser: “Olha, eu entendo o que você está dizendo, mas preciso que você também entenda que blá-blá-blá”. Entendeu?
Fazer acusações. Partir para baixarias como chamar o outro de ladrão porque ele quer aumentar o preço da matéria-prima em 50% não vai trazer um final feliz - a outra parte se distanciará ainda mais de um acordo.
Em vez disso, apoie sua contra-argumentação em dados sólidos - por exemplo, o índice da inflação, a evolução do mercado, os reajustes propostos por outros fornecedores e assim por diante. (Claro que isso exige fazer a lição de casa.) A regra é: sempre descreva os fatos, nunca censure ou acuse, sobretudo se o discurso se basear somente na sua opinião.
Obviamente, apenas evitar esses erros não é garantia de que você sairá de uma negociação tendo obtido o que queria — mas é quase certo que eles levam a um caminho ótimo para sair da mesa de mãos abanando.
Fonte: Exame